quinta-feira, 12 de agosto de 2010

15º Dia do Desafio

O Amor é nobre

Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida. - (J Pedro 3:7)

Existem certas palavras em nossa língua que têm significados poderosos. Sempre que essas palavras são utilizadas, um ar de respeito é associado a elas. Essas palavras nunca perdem sua qualidade, classe e dignidade. Uma dessas palavras será o nosso foco hoje. É a palavra honra.

Honrar alguém significa respeitá-lo e estimá-lo, tratá-lo como alguém especial e de grande importância. Quando falamos com eles, mantemos nossa linguagem clara e compreensiva. Somos educados e agradáveis. Quando eles falam conosco, levamos a sério o que dizem, dando à suas palavras peso e significância. Quando nos pedem algo, nós os servimos de todas as maneiras possíveis, simplesmente por respeito a quem são.

A Bíblia nos diz para "honrarmos" nosso pai e nossa mãe, assim como aqueles que têm autoridade. É um chamado para conhecer a posição ou o valor de alguém. Honra é uma palavra
nobre.

Isso é especialmente verdadeiro no casamento. Honrar o cônjuge significa dar a ele total atenção: não falar com ele por trás do jornal ou com os olhos voltados para a televisão. Quando as decisões que afetam a ambos ou a toda família estão sendo tomadas, damos à voz e à opinião do nosso cônjuge a mesma influência em nossa mente. Honramos o que ele tem a dizer. Ele importa -e é através da maneira como o tratamos que deve saber disso.

Porém, existe outra palavra que nos convida a um lugar mais elevado, uma palavra que, na maioria das vezes, é banida do casamento, apesar de seu significado não poder ser contido. É uma palavra que, na verdade, forma a base da palavra honra a verdadeira razão pela qual damos respeito e superioridade a nossa esposa ou marido. Esta palavra é santo.

Dizer que o seu (sua) esposo (a) é santo (a) para você não significa que ele (a) é perfeito (a). Santidade significa que ele (a) está separado (a) para um propósito maior -nada que seja comum
ou cotidiano, mas especial e único. A pessoa que se tornou santa para você tem um lugar em seu coração que não pode ser ocupado por nenhum rival. Ela é sagrada para você, uma pessoa a ser
honrada, elogiada e defendida.
Uma noiva cuida dessa maneira do seu vestido de noiva. Depois de usá-lo em seu dia especial, ela o cobre e o protege, depois o separa de tudo o mais em seu armário. Você não a vê usando o vestido enquanto trabalha no jardim ou enquanto vai à cidade.
Seu vestido de noiva tem um valor por si mesmo. Desse ponto de vista, ele é santo e sagrado para ela.

Quando duas pessoas se casam, cada cônjuge se torna "santo" um para o outro, pela união do casamento. Isto significa que nenhuma outra pessoa no mundo inteiro tem o direito de receber este nível de compromisso e afeto de você. O seu relacionamento é incomparável.
Você tem intimidade física só com ela, só com ele. Você edifica uma casa, cria seus filhos com essa
pessoa. Seu coração, suas posses, sua vida é para ser absorvida em um laço incomum compartilhado com esse ser humano.

É assim que acontece em seu casamento? Seu cônjuge poderia dizer que você o honra e o respeita? Você o considera separado e valioso? Santo?

Talvez você não se sinta dessa maneira, e quem sabe até por uma boa razão. Talvez você deseje que alguém do lado de fora veja o nível de desrespeito que você recebe do seu marido ou da sua esposa -alguém que faça seu cônjuge se sentir envergonho ao expor o que realmente é dentro de casa.

Mas essa não é a questão do amor. O amor honra mesmo quando é rejeitado. O amor trata o seu amado como alguém especial e sagrado mesmo quando suas atitudes ingratas são tudo o que recebe de volta.

É maravilhoso, com toda certeza, quando um marido e uma esposa estão juntos nesse propósito, quando eles estão seguindo o mandamento bíblico "dediquem-se uns aos outros" em amor, quando eles "preferem dar honra aos outros" (Romanos 12: 10). O casamento deve ser honrado
por todos e o leito conjugal deve ser conservado puro (Hebreus 13:4).

Mas quando seus esforços em honrar não são recíprocos, você deve honrar da mesma forma. É isso que o amor lhe desafia a fazer -a dizer "De todos os relacionamentos que eu tenho, darei mais valor ao nosso. De todas as coisas que estou disposto a sacrificar, sacrificarei o máximo por você. Com todas as suas falhas, pecados, erros e culpas -passadas e presentes -eu ainda escolho amar e honrar você." É assim que uma atmosfera para que o amor seja reaceso é criada. É assim que conduzimos o nosso coração a novamente amar de verdade nosso cônjuge. Essa é a beleza da honra.

» Desafio de hoje »

Escolha uma maneira de demonstrar honra e respeito ao seu cônjuge que vá além da sua rotina. Pode ser abrir a porta para ela. Pode ser separar as roupas que ele irá vestir. Pode ser a forma como você ouve e fala com ele. Mostre ao seu cônjuge que ele é altamente honrado aos seus olhos.

-Anote aqui quando o desafio de hoje estiver completo.

Como você escolheu dar honra ao seu cônjuge? Quais foram os resultados? Que outras maneiras de demonstrar honra você pode utilizar nos próximos dias?


____sairá deles ação de graças e a voz dos que se alegram; e multiplica-las-ei, e não serão
diminuídos; glorificá-los-ei, e não serão apoucados. (Jeremias 30:19)

14º Dia do Desafio

O Amor sente prazer

Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida vã. - Eclesiastes 9:9

Uma das coisas mais importantes que você deve aprender em sua jornada de O Desafio de Amar é que não deve somente seguir o seu coração. Você deve guiá-lo. Não permita que seus
sentimentos e emoções assumam o controle. Coloque-os no banco de trás e diga para onde está indo.

Em seu casamento, nem sempre você se sente apaixonado. Seu coração não dispara constantemente com a idéia de passar todos os momentos com o seu cônjuge. Ninguém consegue
manter o desejo ardente de estar junto somente com sentimentos.
Contudo, também é muito difícil amar alguém só por obrigação.

Os recém casados deleitam-se naquele que agora chamam de cônjuge. Seu amor é recente e jovem, e a esperança por um futuro romântico ganha espaço no coração deles. Porém, existe algo tão poderoso quanto aquele amor recente, novo. Vem da decisão de se deleitar no esposo ou esposa e amá-lo (a), não importando o tempo que estão casados. Em outras palavras, o amor que escolhe amar é tão poderoso quanto o amor que se sente amando. Sob vários aspectos, é um
amor ainda mais verdadeiro porque mantém os olhos bem abertos.

Sempre nos comportaremos de forma reprovável um com o outro.
Ela vai lhe dar nos nervos. Ele vai lhe irritar. Mas os dias passam muito rápido para serem desperdiçados com discussões por coisas pequenas. A vida é curta demais para isso.

Ao contrário, é hora de guiar o coração para mais uma vez se deleitar em seu cônjuge. Aprecie-o. Segure suas mãos e busque sua companhia. Deseje conversar com ele. Lembre-se do motivo que fez você se apaixonar pelo seu caráter. Aceite sua personalidade -manias e tudo o mais – e receba-o com alegria, mais uma vez, em seu coração.

Mais uma vez, você escolhe o que aprecia. Você não nasceu com certas configurações e preferências específicas para agir de acordo com elas. Se você é irritante, é porque escolheu ser assim. Se você só consegue trabalhar com uma casa limpa, é porque não escolheu outra
maneira de agir. Se critica seu cônjuge mais do que elogia, é porque está permitindo que seu coração seja egoísta. Você tem se conduzido à crítica. Então agora é a hora de recuar seu coração. É hora de aprender a sentir prazer em seu cônjuge mais uma vez, e não mais esperar que seu coração sinta prazer em quem ele é.
Pode ser surpreendente para você saber que a Bíblia contém muitas histórias românticas, nenhuma mais atrevida e provocante do que os oito capítulos de Cantares de Salomão. Veja a maneira como esses dois apaixonados sentem prazer um no outro neste livro poético...

A mulher: "Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os jovens; com grande gozo sentei-me à sua sombra; e o seu fruto era doce ao meu paladar. Levou-me à sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim é o amor (Cantaresde Salomão 2:3-4).

O homem: "Levanta-te, amada minha, formosa minha, e vem!
Pomba minha, que andas pelas fendas das penhas, no oculto das ladeiras, mostra-me o teu semblante faze-me ouvir a tua voz; porque a tua voz é doce, e o teu semblante formoso (Cantares de Salomão 2: 13-14).

Sentimental demais? Vigoroso demais? Não para aqueles que direcionam seu coração a se deleitar no amor da sua vida -mesmo quando o vigor desaparece, mesmo quando ela está usando rolos no cabelo, mesmo quando os cabelos dele estão caindo. É hora de lembrarmos por que nos apaixonamos. É tempo de rir e sonhar novamente, prazerosamente.

O desafio de hoje lhe direciona a uma mudança de coração real e radical. Para alguns, o movimento em direção ao deleite pode ser apenas um pequeno passo adiante. Para outros, esse
movimento requer um salto gigante para fora de uma repugnância crônica.

Mas se você já sentiu prazer antes -o mesmo de quando se casou você pode se deleitar de novo. Mesmo se isso aconteceu há muito tempo. Mesmo se grandes mudanças ocorreram para mudar sua percepção.

É sua a responsabilidade de reaprender o que ama nesta "nova" pessoa, para quem você se prometeu para sempre.

» Desafio de hoje »

Propositadamente, negligencie uma atividade que normalmente faria.
Para gastar um tempo de qualidade com o seu cônjuge. Faça algo que ele amaria fazer, ou um projeto que ele gostaria muito de realizar. Apenas estejam juntos.

-Anote aqui quando o desafio de hoje estiver completo.
Do que você decidiu abrir mão? O que vocês fizeram juntos? Como foi que aconteceu? Que novas coisas você aprendeu (ou reaprendeu) a respeito do seu cônjuge?


Dá-me o teu coração... e deleitem-se os teus olhos nos meus caminhos.
(Provérbios 23:26)

13º Dia do Desafio















O Amor é justo

Se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não poderá subsistir. -Marcos 3:25

Querendo ou não, os conflitos no casamento são simplesmente inevitáveis. Quando vocês selaram o casamento como noivo e noiva, não juntaram apenas suas esperanças e sonhos, juntaram também o coração, temores, imperfeições e carga emocional. A partir do momento em que
saíram da lua de mel, iniciaram o processo real de descoberta um do outro, desagradavelmente percebendo o quão pecador e egoísta cada um pode ser.

De repente, o seu cônjuge escorrega do seu pedestal e você do dele. A aproximação forçada do casamento começou a remover a farsa pública, expondo seus problemas pessoais e hábitos, retos. Bem vindo à humanidade falha.

Ao mesmo tempo, as tempestades da vida começaram a lhe provar e a revelar do que você é feito realmente. Exigências do trabalho, problemas de saúde, discussões familiares e necessidades financeiras incendiaram o casamento em vários aspectos, acrescentando pressão e
calor ao relacionamento. Isto prepara o caminho para que desentendimentos ocorram entre os casais. Discutimos e brigamos.
Ferimos. Vivemos em conflito. Mas não estamos sozinhos.

Todos os casais passam por tempestades. Faz parte do casamento. Mas nem todos os casais sobrevivem à elas.

Então, não pense que fazer o desafio de hoje acabará com todos os conflitos do casamento. Pelo contrário, pôr em prática este desafio lhe ajudará a lidar com o conflito de forma que vocês saiam saudáveis do outro lado. Os dois, juntos. O dano mais profundo, mais doloroso que um dia podemos cometer (ou já cometemos) no casamento, está mais propício a acontecer em meio ao
conflito. E porque é no conflito que o nosso orgulho é forte, nossa raiva é fervente. Somos mais egoístas e críticos. Nossas palavras são venenosas. Tomamos as piores decisões. Um casamento pode começar muito bem na segunda e ficar mal na terça, se conflitos desenfreados assumirem o controle e se nenhum de nós tiver o pé no freio.

Mas o amor chega e modifica as coisas. O amor nos lembra que nosso casamento é valioso demais para permitirmos que se autodestrua, e que o nosso amor por nosso cônjuge é mais importante que qualquer discussão. O amor nos ajuda a instalar air bags e construir corrimãos em nosso relacionamento. Isso nos faz lembrar que os conflitos podem, na verdade, se transformar em algo bom. Os casais que aprendem a viver em meio a conflitos tendem a ser mais chegados, mais confiantes, mais íntimos, e a viver, subseqüentemente, um relacionamento mais profundo.

Mas como? A maneira mais sábia é aprender a discutir com clareza, estabelecendo regras saudáveis para conflitos. Se não houver um guia de como abordar tópicos sérios, não haverá limites quando a discussão esquentar.

Basicamente, existem dois tipos de limites para lidar com conflitos: os limites "nós" e os limites "eu".
Os limites "nós" são regras que ambos concordam de antemão, regras que se aplicam durante qualquer briga ou discussão. Cada um de nós tem o direito de gentilmente, mas diretamente, relembrar esses limites quando forem violados. Eles podem incluir:

1. Nunca mencionaremos divórcio.
2. Não levantaremos casos antigos e irrelevantes do passado.
3. Nunca iremos brigar em público ou na frente de nossos filhos.
4. Daremos um tempo se o conflito chegar a um nível nocivo.
5. Nunca tocaremos um no outro de modo ofensivo.
6. Nunca dormiremos com raiva um do outro.
7. O fracasso não é uma opção. Faremos o que for necessário para sairmos bem dele.
Os limites "eu" são regras que praticamos pessoalmente, por nossa conta. Aqui estão alguns dos exemplos mais eficientes:
1. Eu ouço primeiro para depois falar. "Sabei isto, meus amados irmãos: Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para irar-se" (Tiago 1: 19).
2. Eu lidarei com meus problemas honestamente. "E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho?" (Mateus 7:3)
3. Falarei com gentileza e manterei o meu tom de voz baixo. "A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira" (Provérbios 15: 1).
Discutir justamente significa trocar as nossas armas.
Desentendimentos com dignidade resultam de construir uma ponte ao invés de destruir. Lembremos: Amar não é uma batalha, mas é sempre digno de batalha.

» Desafio de hoje »

Converse com o seu cônjuge e estabeleça regras saudáveis de conflito.
Se o seu cônjuge não estiver pronto para isso, então escreva os seus limites pessoais para a "briga". Decida colocá-los em prática quando o próximo desentendimento ocorrer.


-Anote aqui quando o desafio de hoje estiver completo.
Se o seu cônjuge participou com você, qual foi a reação dele? Que regras você escreveu para si mesmo?


Sedes unânimes entre vós. (Romanos 12:16)

domingo, 8 de agosto de 2010

Sabe...

Você tem uma vida inteira pra perdoar...
uma vida inteira pra se arrepender...
uma vida inteira para pedir perdão...

Porém, não esqueça!
Que o dia de amanhã...
poderá não chegar!!!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Mães não morrem...
















"Em geral, as mães, mais que amar os filhos, amam-se nos filhos".
(Friedrich Neitzsche)

Mas só morrem quando querem...
Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer. Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.

Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva – foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.

Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.

Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão… Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem. Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho “mãe” se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado “avó”. Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla…

Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar… Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.

Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade…

Eu desconheço o autor dessa maravilha.
Ame sua mãe!

Não sei se a vida é curta ou longa demais, mas sei que nós devemos amar as pessoas enquanto elas estão por aqui...
É por isso, que temos que amá-la sempre!
E não matá-la em vida.
Nunca saberemos quando ela vai querer partir...
O vazio que fica, nunca conseguiremos preencher.
Para quem adianda a tem ao seu lado, ame-a!
Abrace-a sempre. Dê-lhe colo...
E pra quem não já a tem em seu lado...
Guarde suas lembranças no mais precioso dos baús...
Mesmo onde ela estiver saiba que sempre ela vai entender o recado...e vai chorar quando você chorar...
Vai sorrir...quando você sorrir...
Vai velar seu sono, como fazia na época de criança.
Não espere ela partir pra lhe dar amor.
Um dia você vais descobrir, que a pessoa que mais lhe amou na vida...foi ela.
Incondicionalmente...
Desde que você surgiu nesta vida.
Se ela estiver ao seu lado, dê-lhe um beijo e um abraço e diga o que ela sempre quis ouvir...
Mamãe, eu te amo. Obrigada por você existir!
E se ela já não estiver ao seu lado...
Feche os olhos e faça uma prece pra ela, agradecendo pela vida e também dizendo que a ama.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

12º Dia do desafio
















O Amor deixa o outro vencer

Não olhe cada um somente para o que é seu, mas cada qual também para o que é dos outros. -Filipenses 2:4

Se lhe pedissem para citar três áreas onde você e seu cônjuge discordam, você seria capaz de fazer isso sem pensar muito. Você pode até ser capaz de fazer uma lista das dez primeiras se lhe dessem mais alguns minutos. E infelizmente, ao menos que um de vocês ceda, essas mesmas questões estarão sempre entre você e seu cônjuge.

Infelizmente, a teimosia chega como uma característica padrão do modelo de ambos, marido e esposa. Defender nossos direitos e opiniões faz parte da nossa natureza e construção.

Porém, pode ser algo destrutivo em um casamento, e isso rouba tempo e a produtividade. Pode também ser a causa de grandes frustrações para ambos.

Contudo, não é sempre ruim ser teimoso. Algumas coisas são dignas de defesa e proteção. Nossas prioridades, moral e obediência a Deus devem ser guardadas com grande esforço. Mas, na maioria das vezes debatemos por coisas insignificantes, como a cor da parede ou a escolha do restaurante.

Outras vezes, claro, o assunto é mais sério. Um deseja ter mais filhos; o outro não. Um deseja passar as férias com toda família, o outro não. Um deseja que as crianças estudem em uma escola particular; o outro prefere que elas passem para uma escola
federal. Um pensa que é hora de um aconselhamento para casais ou acha que podem estar mais envolvidos com a igreja, enquanto o outro não.

Apesar dessas questões não surgirem todos os dias, elas volta e meia aparecem e não vão embora. Parece que nunca chegaremos a uma solução ou a um acordo. Isso acaba se tornando uma obstinação. É como dirigir com o freio de mão puxado.

Só existe uma maneira de escapar de becos sem saída como esses e essa solução é encontrada em uma palavra contrária a teimosia -uma palavra que já vimos enquanto discutíamos a bondade. Essa palavra é "disposição". É uma atitude, um espírito de cooperação que deve permear as nossas conversas. É como palmeira à beira do oceano, que resiste aos ventos fortes porque sabe como se curvar de forma graciosa.
E o maior exemplo disso é Jesus Cristo, como está escrito em Filipenses 2. Siga a instrução do Seu amor desprendido... Como Deus, Ele tinha todo o direito de recusar se tornar homem, mas Ele se entregou e fez -porque Ele estava disposto. Ele tinha o
direito de ser servido por toda humanidade, mas veio para nos servir. Ele tinha o direito de viver em paz e segurança, mas, de bom grado, rendeu a Sua vida por causa dos nossos pecados. Ele se dispôs até mesmo a suportar a tortura da cruz. Ele amou, cooperou e se colocou sob a vontade de Seu Pai, ao invés da sua própria vontade.

À luz desse maravilhoso testemunho, a Bíblia nos deixa, em resumo, a seguinte frase: "Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus" (Filipenses 2:5) -o sentimento de disposição, flexibilidade, submissão e humildade. Significa renunciar pelo bem dos outros, o que temos direito de exigir para nós mesmos.

A única conseqüência de suas atuais discussões será que ambos continuarão inflexíveis. Mas no momento em que um dos dois decidir dizer "Eu abro mão da minha opinião para fazer à sua maneira hoje", a discussão vai terminar. E apesar desta atitude nos custar o orgulho e o desconforto, faremos um investimento de amor eterno em nosso casamento. "Sim, mas depois eu vou parecer um bobo. Eu vou perder na
discussão. Eu vou perder o controle da situação". Nós parecíamos bobos quando éramos teimosos e nos recusávamos a ouvir. Já perdemos na discussão quando fizemos dela algo mais importante que nosso casamento e a auto-estima do nosso cônjuge. Já perdemos o controle emocional quando dissemos coisas que ofenderam e feriram nosso
cônjuge.

A coisa mais sábia e amorosa a se fazer é começar a encarar os desentendimentos com a disposição de nem sempre insistir em fazer as coisas à nossa maneira. Isso não quer dizer que o nosso cônjuge está necessariamente certo ou sendo sábio no que diz
respeito a um problema, mas significa que estaremos levando sua preferência em consideração, como forma de valorizá-lo.
O melhor conselho do amor vem da Bíblia, que diz, "Mas a sabedoria que vem do alto é antes pura; depois pacífica, amável,
compreensiva" (Tiago 3: 17). Em lugar de tratar nosso cônjuge como inimigo ou como alguém de quem devemos nos proteger, comecemos a tratá-lo como nosso melhor e mais apreciado amigo. Vamos dar às suas palavras grande importância.

Não, não temos que estar sempre de comum acordo. Não temos que ser cópias um do outro. Se fôssemos, um de nós seria desnecessário.
Duas pessoas que sempre compartilham as mesmas opiniões e perspectivas não têm o equilíbrio e sabor que aprimoram o relacionamento. Assim, as diferenças existentes entre duas pessoas são para aprendizado.

Você está disposto a se curvar para demonstrar amor ao seu cônjuge? Ou você se recusa a ceder por causa do orgulho? Se para você isso não tem importância ao longo do caminho -especialmente na eternidade -então, abra mão dos seus direitos e escolha honrar o seu amor. Será bom tanto para você quanto para o seu casamento.

» Desafio de hoje ˜

Demonstre amor através da disposição, escolhendo ceder em uma área
de desacordo entre você e seu cônjuge. Diga a ele que você está
colocando a preferência dele em primeiro lugar.

-Anote aqui quando o desafio de hoje estiver completo.
Do que você decidiu abrir mão hoje? O que isso lhe custou? Como isso
irá lhe ajudar no futuro?

Se for possível, quanto depender de vós tende paz com todos os homens.
(Romanos 12: 18)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ser mãe é sentir.



















Durante duas semanas, a turminha da pré escola da minha filha esteve preparando uma apresentação para a comemoração do dia das mães...e eu...toda boba...imaginando como seria...
Chega o dia (hoje) e lá estou eu, toda animada com tudo.
Chega a hora da cantoria das crianças, e eu ansiosa por ver minha pequena cantando pra mim......pra minha surpresa ela recusa-se a participar da apresentação e sai correndo com os olhinhos molhados. Eu paralisei por alguns instantes, tentando imaginar o que teria acontecido para tal reação...sai de encontro a ela qndo ouvi...mamãe eu não quero cantar, e eu pergunto : pq filha?
estou com vergonha ela me respondeu.
Ta, entendi (também tive muitos problemas com a timidez)...retornamos pra sala e então após a apresentação cada criança teria de entregar para suas respectivas mães uma caixinha...
...minha filha novamente negou-se a entregar-me o presente.
Senti uma mistura de sensações e novamente me perguntei: o que eu fiz? onde eu errei?
então sem muito pensar, me sentindo um tanto triste com o coração apertado, batendo descompassado, peguei minha filha pelas mãos e sai sem me despedir, tentando disfraçar a tristeza e a vontade de chorar...
...entramos no carro e partimos.
Quando cheguei ao meu local de trabalho, minha filha quebra o silêncio e diz: mamãe... me desculpe, mas eu senti vergonha.
E eu disse: vergonha de que minha filha?
Ela responde: do meu beijinho ter ficado borrado!

Retornamos a escolinha, e pude receber a minha caixinha de beijos, com direito a muitos beijos e abraços, e ver um rostinho feliz qndo eu lhe disse que não me importava se o beijinho estava borrado ou não, porque pra mim o importante era recebê-lo e saber que ela o fez com carinho.

OBS: o presente era uma caixinha de beijos.

Feliz dia das mães!
Ser mãe...é sentir!